Tenho um amiga querida que sempre procura me visitar. Aqui, nesse novo viarejo onde me enterrei, ela já veio duas vezes.
Nao pode vir ao casório, mas assim que saí do hospital, ela deu um jeito na vida estressante dela e achou um domingo para vir ficar horas sentada numa poltronina ao lado do sofá onde eu me deitara e ficara a chorar infinitamente meus descontentamentos.
Tadinha da pessoa, pens num ser querido e generoso. Gastr horas em transitos da capital até aqui, dezenas de euros em custo e ainda traz um presente para os nervos. Voce, iluminada, é o presente divino.