Nove meses inteiros sem remédios e sem crises me deram uma certeza: Boderline eu não sou. Também estou mais consciente de que manter-me extremamente ocupada é ótimo para bloquear/ evitar novas crises.
Passei meses om a bunda amassada na cadeira da sala de aula ou na da sala de estudos. Resultando que passei em oitavo lugar para um dos concursos que fiz.
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De volta a casa do "Marido"- como não tenho nada a fazer, fico com tédio mortal. Depressão às portas. Tomara que me convoquem logo.
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Muita gente reclama que casamento é uma prisão e eu sempre fui muito criticada por ser bastante liberal nos meus relacionamentos, o que significava que tanto eu quanto par poderia fazer coisas individuais, inclusive viajar. Sou a única mulher que faz isso.
Dizem que ficar muitos dias longe do marido faz com que a solidão dele, tadinho, o leve a procurar outra. Besteira. Muito ou poucos dias, é a mulher sair, que a outra já está batendo a porta.
Entao, embora eu não tenha resisitido emraquear algumas contas e printar algumas telas que venham a me faorecer no acordo do divórcio, está tudo muito claro: esse relacionamento acabou, eu entendo, agora, porque minha irmã e uma de minha melhores amigas não permitem que maridos tenham contas de redes virtuais, nunca possam sair sozinhos, e ela nunca iriam sozinhas me visitar- porque significaria deixar o marido a merce da infidelidade "natural"mente adquirida e encorajada pela sociedade.
Da crise do ano passado, embora tenha tido que rompera com a amante virtual/fantasma do passado, ele nunca cortara a comunicação, muitissimo previlegiada pelo advento do whats app o qual eu deconhecia e só vim a ter um há dez dias. Foi eu embarcar, a outra chegou.
Porque diabos então esse ser que um dia me fez acreditar no amor de vida inteira permaneceu em contato comigo, dizendo me amar eternamente, me convidando acalentadoramente a vir ficar aqui com eles, sob seu suporte financeiro até que seja contratada?
E qual é a da mulher que se sujeita a vir ter aqui, ocupar meu lugar ainda nao oficialmente desapropriado, e fica a espera do dia em que eu parta?
Embora, a dor, porque nesse tempo que ficamos longe e a saudade tão grande nos faz esquecer todos as dores do caminho, e as constantes afirmativas dele de que tentariamos de novo, volta e meia tinha planos pra ir se instalar na minha futura cidade. Pois, assim, vim.
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