21/04/2017

Ouro de tolo



Tente outra vez está vinculada a essa outra música. Por que, né, Raul e Paulo Coelho iam simplesmente fazer apologia desse sucesso mundano "vencer na vida"? Tentar outra vez se trata de iluminacao, chegar a Deus, expressar nossa unicidade com o universo, o sétimo chacra e tal. 

Canto invocativo de Deus
O chakra da coroa rege não somente o controle do cérebro de nosso sistema nervoso inteiro, mas também o controle do Eu Superior de nossa encarnação física inteira. Uma vez aberto nosso chakra da coroa, nós conseguimos ter conhecimento do nosso verdadeiro “cérebro” (mecanismo de controle) que existe além das limitações da terceira e da quarta dimensão. Nossa capacidade de perceber nossa vida física dessa perspectiva mais alta nos permite obter acesso à nossa consciência multidimensional. Enquanto nesse estado multidimensional, nós temos a capacidade de ver as inúmeras formas de nossa existência em muitos planos e realidades diferentes" (Fonte:http://blogsintese.blogspot.co.at/2015/07/setimo-chakra.html)

"Nosso corpo físico tem uma ligação sutil com o mundo astral. É através do desequilíbrio desta energia vital que as pessoas adoecem e acabam obstruindo esta ligação com o Divino. Daí, a relação entre as doenças e as crises emocionais. É muito comum ver pessoas que acabam somatizando e transformando energias negativas, depressão, raiva, solidão, em doenças físicas, como cânceres e outras mais graves. Nosso corpo físico tem pontos, que quando ativados, fazem fluir a energia vital, nos trazendo alegria e, principalmente, saúde. É através dos nadis (meridianos) - caminhos invisíveis dentro do nosso organismo - que a energia vital caminha por todo o nosso corpo e chega aos chakras, em pontos que concentram vibrações mais específicas"  fonte: http://corposcoloridos.blogspot.co.at/2007/10/tatuagens-e-energizao-dos-chakras.html

Filha de mae evangélica desviada mas com convicoes espíritas, Menina frequentou  Jardim de infancia e primário de intituicoes cardecistas.  Nas férias na casa do pai, acompanhou irmas na aula de catequese. Depois voltou se para o cardecismo e outras crencas exotéricas. Deu uma checadinha no rito evangélico chegando a converte-se e batizar-se, mais pelas belas amizades que fez  naquela igreja jovem e animada que tinha show de rock gospel.
Certos momentos, decidiu-se atéia, queimou as bíblias que insistiam em lhe presentear. Aborreceu-se de Deus e essa baboseira reliogiosa.
Nas repetitivas crises de vazio existencial, voltou a procurar pelo ente superior. Seicho- no-ie, budismo, o Chá, a terapia da constelacao familiar. Internou-se por seis semanas num centro de meditacao zen. Voltou a se esquecer de tudo isso.
Há umas semanas, do nada, comecou a silenciosamente fazer a oracao da serenidade, pedindo ao poder superior forca e serenidade para aceitar a vida como ela se apresenta, afinal, menina devia estar contente com o que tem e o que conseguiu. E suficientes fatos e circunstancias dessa vida bastam pra Menina entender que a felicidade nao está no ouro do tolo mas no contentamento, no deixar fluir.


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