Um dia, a tediosa rotina mudou um pouquinho. Nao fora para a capital mas nao se entupiu de remedios para dormir e portanto estava acordada quando Maria, a faxineira do banco, a unica pessoa do ambiente de trabalho com quem efetivamente puderam estabelecer amizade, apesar da estranheza dos colegas, devido a uma separacao clara das classes ali.
Mas, voltando, a menina e a Maria se fizeram amigas. No dia em que a descontente tentara mais uma vez o suicidio engolindo uma overdose de paracetamol, Maria cuidara dela como uma mae ultra zelosa. Desde entao a amizade se fortaleceu e se visitam mutuamente. E Maria vivia pensando em como ajudar a amiga a sair dessa fossa profunda.
Ai, naquele dia que a menina permancera na cidade, Maria ligou e a convidou para ir a cachoeira. Ali na currutela ao lado, horinha e meia de viagem. E foram. Ah, como ficara contente a menina. Adora mato e cachoeira, e sair de casa, e a amiga, e a filhinha da amiga. Que domingo bom que seria.
E foram, e nadaram. A sobrinha estava aqui com a tia. As quatro se divertiam muito na agua. O marido da amiga nao entrara na agua, so as observava, e tirava foto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário