Apesar do contrato ofensivo, aceitei.
Foi só ponderar da ociosidade que incomoda aos outros que tudo mudou. Apareceu o emprego. Era para ser um emprego mais fácil, pois que o obteve diretamente com um dos donos da fábrica, ao conhece-lo numa festa de amigo dele e do marido em comum. Conforme combinado, apesar de semanas entre o conversado e a oficializacao do pedido, enviou um email com seu currículo verdadeiro e perguntou se ele podia achar uma vaga apropriada lá.
No dia que compareceu à empresa, o engenheiro de producao lhe apresentou um trabalho ok e Menina aceitou a oferta. Mas, no dia que compareceu para seu primeiro expediente, lhe puseram na producao. Estupefata, foi lá procurar o gerente, mas só achou um supervisou, que além disso é vizinho e veio ao casamento da descontente. Após ouvir queixa "mas esse trabalho aqui é meio pesado, o chefe me ofereceu aquele ali que a turca tá fazendo" se limitou a dizer "mais tarde, experimenta esse aqui no comeco".
Daí ficou sabendo que houve uma crise lá por conta da vaga, porque a turca está a 15 anos na firma e agora que essa vaga interessante saiu, como assim uma desconhecida aparecida do meio do nada vem e toma a batata para si.
Daí a colega da producao quis saber como Menina conseguira a vaga, porque note bem, apesar de ser árduo, até esse cargo na producao é cobicado por outras -porque dos males o menor.
Ao saber das vias, a turca veio até menina e lhe perguntou se ela se casara por conta do visto. "Casei me por todos os beneficios imagináveis", respondeu menina. Depois disso, a turca fica la à sua mesa nunca mais cumprimentou menina.
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